O enrabador cearense

macho pauzudo gostoso
            Edson é o maior enrabador que já tive conhecimento. São muito raros machos comedores do tipo dele. Edson é pernambucano e o tipo físico dele não tem nada de extraordinário. Não é um malhadão, bonitão, nem nada disso, é um tipo muito comum. 1,70, 69kg, esbelto, nem magro, nem gordo, pele clara, puxada pra morena, 39 anos, alguns pelos ralos nos peitos e pernas, bem como um pouco calvo na frente da cabeça, com cabelos e olhos escuros. É um tipo bem nordestino do interior mesmo, rústico, grosso e é esse jeito dele que excita, jeito de macho de verdade, desde do andar até a forma de se portar e principalmente na de falar, especialmente fortalecido pelo sotaque. O que Edson tem de especial é a ferramenta que ele carrega entre as pernas e a maneira dele de utilizá-la. Vou começar contando pra vocês como conheci esse enrabador.           Eu sou Mateus, tenho 25 anos, sou um cara tranquilo, bem resolvido com minha sexualidade, tenho 1,79, 80kg, pele branca com cabelos e olhos escuros, sou um cara simpático e muito na minha. Estava na minha primeira semana de férias, 3 dias em casa, e quer saber? Já de saco cheio. Sou meio workalcolic mesmo, já tinha quase dois anos sem férias e a empresa me obrigou a tirar. Tudo bem, estava me forçando a ficar em casa. Mas toda aquela maresia me levou ao tesão, e qual a maneira mais rápido de dar uma? Bate-papo na cabeça. Mas bem que não estava muito esperançoso, eram 9hs da manhã, esse horário seria difícil encontrar qualquer coisa. Talvez por estar com esse pensamento em mente que assim que entrei na sala e vi o usuário “QueroGozarAgora”, dei bom dia pro cara e ele curto e grosso ja respondeu perguntado se eu podia ir agora “tirar leite da rola dele”, respondi que estava de bobeira e que poderia sim e em seguida ele disse o bairro e nome do hotel que estava. Coincidentemente era no bairro ao lado do meu, dava para ir andando e disse que em 30 minutos poderia estar lá. Ele só respondeu com “venha então, Tô carregado de gala pra ser tirada”, como antes de entrar no bate-papo eu já tinha tomado banho e feito minha higiene falei que poderia ir agora e ele mais uma vez curto e grosso só respondeu: APT 701, Edson.            E saiu do chat. Estranhei aquilo, mas porra era uma aventura, resolvi arriscar, ver no que ia dar, desliguei o pc e fui pro hotel. Na recepção com o coração a mil com a excitação, o medo a tensão disse que estava indo ver Edson no 701, o recepcionista interfonou, informou meu nome e me disse que poderia subir.

A coisa foi toda assim mesmo, não trocamos mais palavras que isso, não perguntamos idade, como éramos, nada, não sabia o que encontraria ali. Mas me sentia de certa maneira seguro pelo fato de estar em um hotel 4 estrelas.

Ao bater na porta ele abre, e me assusto com a recepção dele. Ele já estava completamente nu! Fora o óculos de armação redonda, o homem não trajava nada! Nesse momento nem reparei na mala dele, apenas me espantei com a maneira que fui recebido.

“-Entre ai”

Virou de costas e entrou no quarto, segui ele fechando a porta. Nas palavras dele senti o sotaque nordestino pesado e como primeira pergunta que ia fazer a ele seria de onde ele era, mas antes de eu ter a chance de perguntar ele já foi mais uma vez direto:

“-Vem, chupa!”

O jeito autoritário do macho me excitou e eu não sei o que me deu só obedeci sem pensar. Ele estava parado em pé no meio do quarto com as mãos na cintura, só então pude analisar a mala. Embora estivesse completamente mole, percebi o sacão. Me impressionei com o saco dele. Grande mesmo! Nunca tinha visto um saco daquelas proporções. Só de olhar percebia-se que era pesado, pensei logo o quanto não deveria estar cheio! O saco daquele tamanho devia comportar muita porra, e eu nem imaginava o quanto! Me aproximei dele e me ajoelhei abocanhando a pica mole. Os pentelhos aparados e mesmo mole senti que era uma rola grossa, pesada, comecei a mamar ela molinha e foi uma delícia! A pelinha só cobria parte da cabeça, brinquei com a língua uns minutos até que o cacete começou a mostrar quem ele era.

Aos poucos começou a crescer, ganhar volume é mais peso. E uma vez que começou parecia que não iria parar mais! A pica ficava cada vez maior, mais grossa e mais pesada, em pouco tempo a pica que cabia facilmente toda na boca agora mal entrava pela metade e continuava a crescer! Quando dei por mim a criança estava tão grande e grossa que eu com muita dificuldade conseguia por a cabeça e um pouco mais dentro da boca. Dei uma chupada forte estalando os beiços na piroca e a admirei por alguns instantes ela ali, completamente dura em minha mão. Eu ate aquele momento da minha vida posso dizer que já tinha visto muitos tipos de cacetes, era experiente no assunto. Já tinha tratado com picas grandes, 18, 19, 20cm, e achava muito difícil eu me impressionar com uma pica. Mas a rola de Edson estava ali pra me mostrar que eu ainda nnao tinha conhecido uma pica de alto nível. Era uma pica massiva, de impor respeito, pica de metedor, reprodutor. No futuro viria a descobrir que tratavam-se de 24,3cm exatos de rola reta, dura e veiuda. Eu já tinha visto algumas rolas na minha vida, não nego, mas não foi só o tamanho gigantesco que me impressionou, mas em especial o desenho reto. Nunca tinha visto assim! Sempre tortinha pra um lado, ou para cima, mas reta assim, foi a primeira vez! E esse formato me fez pensar que era uma daquelas lendárias rolas de 25cm (como disse no futuro saberia que não, mas isso me faz pensar, se uma rola de 24,3 cm é aquele mastro imagine uma de 25?) E a espessura então? Cavalar! Minhas mãos não eram capazes de fechar ao redor daquela tora. Uma mala pesada literalmente e que parecia feita de metal de tão dura e que mesmo com aquelas dimensões e peso continuava apontando pra frente. Como eu disse anteriormente, isso era o que Edson tinha de especial, uma rola de responsa. Ao ter aquela visão engoli seco. Nunca tinha encarado um vergalhão daquele porte. Tive a absoluta certeza ali que aquele cara ia me FUDER literalmente, senti um misto de medo e tesão, medo com a dor que aquele poste ia causar ao me empalar e tesão pela ideia de receber algo tão enorme e grosso dentro de mim.

Após os breves instantes que tirei admirando aquele mastro, voltei a mamar com vontade e desejo. Mesmo assustado, aquela rola elevou meu tesão ao extremo. Mamei muito naquela pica, passava a língua na cabeça, no buraquinho da cabeça, tentava engolir o máximo que era possível, enquanto ele ficava lá na postura dele de machão nordestino, não gemia, não falava nada, com as mãos na cintura apenas observava seu caralhão sendo mamado. Perdi noção do tempo que fique ajoelhado no meio do quarto com pau na boca. Em dado momento, enquanto eu lambia a cabeça da vara, ele respirou fundo e suspirou, dizendo em em seguida:

-Cara você não vai me fazer gozar mesmo né?

-Claro que vou! Vim aqui pra isso!

-Mas você só ta preocupado em ficar brincando com a caceta! Borá porra! Tira leite desse trabuco!
Entendi que ele estava decidido a gozar e ia fazer isso. Já estava satisfeito em mamar naquele rolão incrível, aliais como ele estava doido pra gozar achei que talvez fosse melhor que ele gozasse só na mamada, a metida daquele cara agoniado pra gozar seria violenta, e uma rola daquelas entrando com tudo seria doloroso, então comecei a chupar com força e punhetar ao mesmo tempo.

-Isso, agora sim, agora o viadinho ta fazendo direito!

As palavras dele só poderiam dizer que ele gostou, afinal era a primeira vez que ele falava de verdade. Punhetava aquele rolão com força, a pica era tão grossa e dura que eu não me preocupava em machucar, bem como sugava com força, mas após uns 10 minutos nada do cara gozar. Já tinha trocado de mão várias vezes, o maxilar já começava a doer, e não consegui mais manter o ritmo, começava a diminuir e ele logicamente percebeu isso.

-Tu é um viado frouxo né? Num vai me fazer gozar mesmo.

-Cara to tentando! Mas seu pauzão não goza!

-Ta tentando pouco! Mas deixe que eu vou fazer as coisas agora.

Em seguida me segurou pelas orelha e começou a fuder minha boca. Ele não tinha pena, empurrava fundo, o vergalhão ia na minha garganta, eu sentia a garganta sendo alargada, só conseguia respirar entre um momento é outro que ele ou tirava a pica toda, ou uma parte maior dela. Mesmo com ânsia de vômito ele não parava de socar. As lágrimas começaram a lavar meu rosto, comecei a ficar todo vermelho e ele simplesmente não deu a mínima! Continuava a arregacar minha garganta sem a menor piedade. Tentei várias vezes em vão segurar a cintura dele pra reduzir o ritimo das enfiadas, mas não teve jeito, foram outros 10 minutos que se passaram e minha garganta sendo violentamente castigada.

-É baitola! Tu se deu bem! O trabuco não ta gozando na sua boca, então não vai ter jeito, vou ter que meter, pode ficar alegre, tu vai tomar no cu!

Após a frase, me puxou pelo braço e me jogou de bruços em cima da cama. Puxou minha bermuda e cueca de uma vez só, expondo minha bunda. Esse era o jeito dele, bruto, “agreste”!

-Bundão brancão! Bunda grande é bom porque “guenta” muita rola!

Ele cuspiu no meu cuzinho, mas cuspiu mesmo! E na brutalidade enfiou dois dedos de vez o que me arrancou um gemido alto de dor. Ele ironicamente disse:

-Rapaz viado gosta de qualquer coisa no cu né?

Eu não respondi, estava ainda me recuperando da dor.

-Mas o que bicha gosta mesmo é rola né? Pronto, vai ter o que tu gosta.

Assim ele tirou os dedos, cuspiu forte novamente, e começou a bater com a cabeça da rola no meu cu.

-Engraçado né? Que esse furo tão pequeno receba um trabuco tão grosso e grande! Deve doer pra caralho ser baitola, mas tu deu sorte que o trabuco ainda ta babado pelo teu cuspe! Daqui a pouco ele vai sumir todo dentro desse rabo branco!

E começou a forçar aquele cabeção grosso no meu rabo. A espessura da vara era algo inédito pro meu cuzinho e por isso apresentou uma grande resistência e não entrou na primeira nem na segunda empurrada, e quando eu ia pedir pra ele parar e por uma camisinha ele mostrou que ele era mais ele e a marreta venceu a resistência e aquele cabeção invadiu meu cuzinho apertado até então.

A dor da entrada do cabeção foi grotesca! Afundei a cara no colchão e urrei abafado, mas dor mesmo veio segundos depois. Ele não esperou, não teve paciência ou pena, cravou o resto do vergalhão fundo nas minhas entranhas! A dor foi tão que parei de sentir tudo. Os ouvidos começaram a zunir, as vistas enturveceram, a respiração ficou pesada é difícil e todo o corpo formigava. A última coisa que lembro ter ouvido foi a voz dele longe dizendo em tom irônico:

-Viu que eu disse? Sumiu dentro do rabo branco!

Não sei quanto tempo se passou, segundos ou minutos, sei que aos poucos tudo foi voltando, primeiro a audição, depois o formigamento, no final as vistas, embora ainda tenha ficado uns minutos vendo estrelas, e a respiração voltou ainda que um pouco difícil, mas a dor no rabo foi o que veio com mais força. O enrabador tinha iniciado a socação, e socava mesmo! Meu cu ardia e doía com as investidas severas da anaconda. Eu não gemia, nem gritava, nem nada, a dor me paralisava, eu estava à mercê do macho metedor.

Por um instante algo me passou pela cabeça, nunca foi um sujeito do tipo sexo hardcore, sempre fui do tipo carinhoso, com beijos e amassos e adorava esse jeito, ali eu estava sendo arregaçado, por um macho bruto, metedor e cruel, e só sentia dor e submissão e me peguei adorando ser tratado daquele jeito! Me sentindo vítima de um macho de verdade. Quando me dei conta disso comecei a resistir a dor, tinha decidido que precisava aguentar aquele homem independente do que ele quisesse fazer. E o fiz bravamente! O enrabador meteu tanto em mim de bruços na cama que eu já sentia os pingos de suor dele choverem nas minhas costas. A dor lentamente diminuía, o rabo começava a se acostumar com o empalamento que acontecia. As socadas eram acompanhadas da surra de saco, a cada emperrada funda, as bolas dele batiam em minha bunda. Nunca tinha sentido aquilo. Ele então finalmente voltou a falar, mas apenas pra dar outra ordem:

-Vira de lado baitola!

E me puxou deitando-se ao meu lado para continuar a socação sem fim. Era impressionante como ele metia, sem diminuir a velocidade ou o ritimo, como disse não tinha ideia da passagem de tempo até ali, a única coisa que tinha certeza é que aquela era a maior surra de rola e a primeira se saco que já tinha levado na vida. Foram muitas socadas até que ele mudasse de posição novamente, dessa vez sem nenhum aviso, ele retirou o mastro de dentro do meu reto, se levantou ajoelhando-se na cama, abrindo minhas pernas com agressividade me colocando em posição de frango assado e metendo tudo em seguida, senti o ferro chegar no intestino, quando pensei que já tinha sentido aquilo tudo dentro de mim vi o quão fundo aquele ferro podia realmente ir, apertei os olhos e pus aos mãos na cabeça em sinal de desespero e dor. Ele percebeu isso é falou meio que rindo:

-Né disso que a menina gosta? Rola entrando fundo? Então tome o que tu gosta!

E começou a metralhar meu cu novamente. As metidas dele eram muito rápidas e fundas, vez ou outra ele tirava tudo só pra enterrar novamente, metendo uma atrás da outra. E quando mais uma vez quando começava a me acostumar com a britadeira de cu ele me dá aviso:

-Finalmente vou gozar nessa porra!

E mais algumas metidas ele pela primeira vez geme, gemido de macho enrabador gozando, gemeu muito enquanto metia reduzindo aos poucos a velocidade. Até que os gemidos cessaram é apenas a respiração ofegante permaneceu. Ele então parou com o vergalhão enterrado em mim e abriu os olhos e ficou me encarando uns segundos sem falar nada. Soltou mais o peso sobre a cama tirando alguns centímetros de pica de dentro de mim, tirou os óculos e limpou o suor do lençol da cama.

Naquele momento meu rabo relaxou um pouco, mas estava muito sensível, a ponto de sentir as pulsações da jeba dentro de mim. Então em um ato reflexo pisquei o rabo na trolha dele. Ele respondeu com um sorriso de canto de boca enquanto terminava de limpar o óculos, colocou no rosto e falou:

-Tinha 10 anos que comi uma bicha pela última vez. Tinha esquecido o quanto é bom meter em cu de viado, diferente de meter em minha mulher, posso meter sem me preocupar com nada, seje na garganta, seje no cu, posso meter como gosto, pra rasgar que no final o baitola ainda pisca o cu no trabuco pedindo mais!

Não respondo, só fiquei sério olhando pra ele.

Ele então se levantou arrancando a vara de dentro de mim. Senti um buraco enorme no rabo, ele tinha me aberto tanto o cu que quando ele tirou eu sentia que estava todo aberto. Foi uma sensação estranha e incrível!

Ele deu a volta na cama, pegou o celular, pude ver no seu percurso até o aparelho a rola meia bomba ainda vazando gala da gozada recente. Então ele voltou a cama, subiu nela e se sentou encostado na cabeceira de maneira que fiquei entre suas perna.

-Vem, já que tu que mais rola vai ter, chupa ai pra deixar ela dura.

Eu já estava todo arregaçado, mas a maneira dele dar a ordem, aquela anaconda meia bomba vazando gala, sei lá, era como um feitiço e não tinha como não obedecer. Abocanhei a marreta e senti o gosto do leite dele misturado ao do meu cu que impregnava aquela ferramenta que tinha acabado de me arrombar.

-Vai mamando ai que vou resolvendo umas coisas aqui pra depois te comer mais.

Comecei a mamar aquela rola meia bomba que ainda assim era enorme, a pica dele meia bomba era maior que amanhã dura (ok, não sou pauzudo tenho 13cm). Fiquei mamando e ele mexendo no celular até que fez uma ligação e eu continuei mamando. Ele começou a falar com alguém, não dei muita atenção, mas parecia ser algo de trabalho, eu estava mesmo era mais interessado em chupar aquela pica. Cerca de uns vinte minutos foram precisos até o mastro estar totalmente asteado novamente. A tora estava outra vez dura feito pedra, mas ele continuava a falar no telefone e nem parecia estar sendo mamado. Então chupei e punhetei forte e a toda. Mais uns 15 minutos se passaram com ele no tel e eu mamando pica até que ele desligasse.

-Viado sei que tu tá doido pra ser enrabado pelo trabucão, mas tenho que passar uns e-mails aqui, continua saboreando caralho galado ai que vou daqui a pouco tu vai tá com o cu cheio de pica.

-Não tem problema, gosto de chupar pica, ainda mais com gosto de gala.

-Ah bichinha? Porque num falaste que queria gosto de gala na boca? Então tá decidido, vou encher teu estômago de leite!

-Eu vou adorar!

-Deixe comigo vadia, vai saboreando rola ai pra eu resolver logo isso aqui.

Foi delicioso aquele momento. Sentia meu rabo ardendo e dolorido da marretada violenta que tinha recebi a uns minutos atrás enquanto mamava a ferramenta responsável pelo estrago ainda com gosto de gala e o misto de ansiedade pra levar mais pica no rabo com o medo de levar mais daquela marreta no cu. Nunca um homem me fez me sentir tão vadia e puta como aquele macho estava fazendo. E agora sim eu percebia a potência da enrabador. Já mais de 30 minutos mamando rola e ele nem sinal de que iria gozar, aliais ele nem ligava se eu punhetava muito e mamava mais ainda, era como se ele estivesse me fazendo o favor de deixar eu fazer tudo aquilo e foi exatamente o que ele deixou claro ao terminar com os emails.

-Pronto, já brincou bastante com a rola né? Tá na hora de tomar mais no cu!

Mais uma vez se levantou contornando a cama.

-Fica de quatro pra receber o trabuco.

Com medo e tesão, obedeci ficando de quatro pra ele. Ele deu uma nova cusparada no meu rabo e posicionou a cabeça da arma.

-Já tá abertão e todo vermelho, pronto pra receber. Tome!

E mais uma vez o caralho entrou impiedosamente em meu reto. Tentei me afastar pra frente mas ele prontamente me puxou pela cintura?

-Vai pra onde? Né rola que tu gosta? Guente o trabuco como guentou agora a pouco!

Quando eu ia implorar pra ele começar devagar, la veio a britadeira de cu a 100%. Não tinha jeito, pedir não ia dar em nada, o jeito dele meter é o jeito que ele quiser, a mim só cabia aguentar. E foi o que fiz aguentei, e aguentei, e aguentei mais e mais ainda. O cara me comeu de quatro na cama, depois eu de lado na beira da cama e ele em pé fora, depois de lado, de bruços, resumindo, foram cerca de quarenta minutos levando uma surra homérica de rola. Eu já estava muito além do meu limite, a meteção era muito intensa e não dava descanso, a pica parecia ter ficado mais potente depois da primeira gozada, ele não dava sinais de que ia gozar e aquilo começou a me desesperar, então mesmo não querendo tive que pedir:

-Macho, goza por favor!

Eu estava de frango assado quando pedi isso. Ele parou de socar, tirou os óculos, limpou o suor da careca e da testa, limpou o óculos no lençol e pôs de volta no rosto:

-Tu num queria tomar no cu?

-Mas já tomei demais! Não aguento mais!

-Olhe, comigo quando me pedem isso ou pra parar, ai que meto mesmo, então agora vou ter que meter mais ainda no teu rabo. Vá desculpando ai, tu num devia ter pedido.

Então em um lampejo de inteligência completei:

-Mas é também que estou doido pra sentir seu leite na minha garganta!

-Aaaah, entendi viado, tá bom, como disse tem 10 anos que não enrabo um baitola e como tu foste guerreiro guentando a trabucada sem reclamar até agora, vou dar o que tu quer. Vai só demorar mais um pouquinho.

E antes de eu dar qualquer outra resposta lá vieram as pistoladas fundas no meu rabo. Mas pra minha sorte não se passaram 3 minutos até que ele retirasse a trolha de dentro de mim, passasse por cima de meu corpo, enterrasse a caceça que já era grande antes, mas agora parecia ter inchado devido a meteção e estava maior, na minha boca, batendo punheta:

-Tome ai o leite que tu pediu!

E começou a gemer para em seguida vir a gozada. Quando ele falou que iria encher meu estômago de leite, não tinha botado fé que era sério. Foi uma mega gozada, foram 11 ou 12 supers jatos de esperma, um jato de porra daquele cacete continha toda uma gozada completa minha. Eu nunca tinha visto tanto leite sair de uma pica! O cara parecia mijar esperma. Era impossível conter tenta gala na boca, parte passou direto pra meu estômago e parte escorreu pela boca. Era um gosto extremamente forte, um cheiro intenso, resumindo, não era só um fudedor, era um reprodutor! Quando ele terminou finalmente de gozar, sentou com tudo no meu peito, ofegante e me olhou todo babado de porra.

-E aí? Tomou o leite?

Só respondi ascendo com a cabeça.

-Eta que se babou todo!

Apertou a pica e viu que ainda tinha umas gotas, então se levantou e voltou a enterrar a cabeça em minha boca.

-Ainda tem ai, se delicia vai!

Suguei tudo que ainda tinha de porra no mastro, ele começou a ficar meia boba e ele começou a empurrar toda na boca pra que eu fizesse a limpeza da tora. Quando se satisfez, retirou a pica ficando em pé e saindo da cama.

-Pronto baitolão, recebeu toda pica e leite que pediu.

Mais uma vez só respondi balançando a cabeça que sim. Ele então entrou no banho e eu fiquei acabado sobre a cama. Já tinha ouvido histórias de machos que acabam com suas vítimas mas para mim, eram apenas isso, histórias. Ali vi de onde vinham aquelas histórias. Eu estava destruído e entupido de gala por todos os lados. O rabo estava tão dilacerado que não senti o leite dele da primeira gozada, mas ao me colocar de pé, senti a gala dele toda grudada em minhas coxas. Aquele animal tinha literalmente me fudido todo! Passei mais de 3 horas tomando de uma rola o que 3 rolas normalmente não fariam!

Ele saiu do banho se enxugando e ao terminar falou:

– E ai viadão? Recebeu toda rola que podia?

Só respondi balançando a cabeça em sinal de sim, Estava com o rabo arrombado e destruído. Mas não entendi na hora o que veio a seguir.

-Levanta ai viado!

Reuni as forças que tinha e fiquei de pé em frente a ele.

Ele tirou a toalha da cintura e mais uma vez enxugou os oculos fazendo sinal de não com a cabeça. Pra em seguida dizer:

-Não, não bichona, tem 10 anos que enrabei o ultimo viado, e quando terminei o baitola não guentava ficar de pé. Não posso aceitar fazer menos que isso agora!

Pôs os oculos de volta no rosto, me segurou pelos cabelos, me puxou de forma que ele sentou na cama ja enfiando minha cara na rola mole dele e completou:

– Vamo, prepare a marreta, que tu vai ter que tomar mais no cu!

Pois é, eu caí na amadilha do macho, ele queria meter mais e me fez de deposito de porra dele. Mamei a rola dele uns 2 minutos e o caralho já esta armado novamente, pensei “esse cara vai me alejar!” e então falei:

– Macho não vou aguentar outra pirocada igual as outras…

Ele me interrompeu dizendo:

– Vc queria que fosse igual as outras, agora vou meter pra te arrombar, sua bicha! Quam mandou encarar um macho nordestino? Agora vai ter que aguentar as consequencias!

E em seguida deu uma enterrada de rola na minha garganta tão violenta que me arrancou lagrimas dos olhos. E então deu dois tapas com a pica na minha cara, me encarou e disse:

– Quer saber? Tu é uma bicha corajosa, vou te dar uma chance, me bote pra gozar com a boca e com a mão e ai, talvés, dificilmente, eu perdoe seu cu.

Ele mal terminou de falar e comecei uma punheta e uma mamada violenta pra tentar fazer aquele macho gozar. Só que eu já sabia que ele fez aquilo na maldade. Sô pra tirar onda de macho foda. Isso porque se no inicio, quando eu estava com todo gaz, não consegui fazer ele gozar, agora então que eu estava detonado, e como eu bem sei, qualquer homem depois de gozar ganha potencia extra, e no caso dele hiper potencia extra, sabia que o que ele queria era humilhar. Mas não dei mole, mamei e punhetei mesmo, ate o meu limite. Ele so cruzou os braços atras da cabeça e quando viu que eu estava exausto riu dizendo:

– O que foi viado? Tô dando a chance de proteger seu cu e tu ja arregou? Merece mesmo ser arrombado por um nordestino!

Segurou minha cabeça e enterrou a tora ate o talo na garganta.

– Sente o gosto do que vai no teu cu!

Tirou e deu com a trolha na minha cara enquanto eu tossia.

– Baitolo, hoje vou te arregaçar!

Então o baixinho deu a volta por cima de mim e antes de eu ter qualquer reação, a tora estava me arregaçando, entrando com tudo no meu rabo. Nem tempo pra reação eu tive. Berrrei e enfiei a cara na cama outra vez, enquanto ouvia o tom ironico dele:

– Para de onda sua puta, essa rola ta te arregaçando a horas, teu cu já ta pronto pra essa marreta!

E mais uma vez, antes de me recuperar, o macho já socava sem nenhuma piedade em mim.

Neste dia, se eu somasse todas as rolas que me comeram e multiplicasse por 2, ainda assim aquele escroto de 1,70, tinha me comido mais que todos eles juntos. O cara era um animal metedor. Metia sem parar! Sem pena, sem pausa, sem descanso! Eu dei em todas as posições possíveis! Ate como eu não sabia que era possivel dar. A potencia da rola dele estava exagerada. Eu dei tanto o cu naquele momento, que fiquei dormente, eu nem tinha mais forças pra gemer ou reclamar. Eu literalmente, estava no meu limite de levar pica. Mas pra ele, era diversão. Me ver destruido parecia aumentar o desejo dele. Essa terceira comida dele foi a mais longa. Eu estava totalmente adormecido, mas com certeza ele levou mais de uma hora metendo sem parar.

Quando ele se satisfez de tanto meter, tirou do meu cu e mais uma vez enfiou na minha boca:

– Viado, vou demorar muito ainda de gozar, vou te dar a segunda chance, vai mama, faz essa rola gozar.

Usei o que ainda tinha de foças, mamei e punhetei ele por mais de 15 minutos ate ele anunciar:

-Se deu bem, ai vem seu leite:

E outro tsunami de gala invadiu minha boca. Puta que pariu! Era a terceira gozada dele! Como um macho pode lançar tanto leitei apos fuder tanto?

Sei que mais uma vez fui entupido de leite e quando olhei pra ele, depois so vi o sorriso malhando e escroto no rosto dele:

– Tu sabes, que se eu quiser te fodo muito mais ne?

Eu so balancei a cabeça que sim, porque eu sabia que era verdade. E ele competou:

– Mas to com pena de vc. Por hoje tu ta liberado!

E se levantou e mais uma vez foi ao banheiro. Tomou banho e saiu.

E quando estava se vestindo. Fez mais uma vez o teste:

-Fica em pé baitolo!

Sequer tentei, na cama de rabo pra cima esta e assim permaneci.

Ele riu e completou:

-Gostei de te enrabar. Diga teu telefone ai que quando quiser meter de novo te aviso.

Disse o meu numero e meu nome, que ate então ele não tinha se interessado em saber. Ele gravou no celular, terminou de se vestir.

-Quando sair basta bater a porta.

E em seguida saiu me deixando deitado na cama, todo arrebentado de tanto levar rola, mas no fundo satisfeito por ter sido tao bem comido.

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